Sábado, 3 de Abril de 2010

O casulo da Vida

O Sol esconde-se por onde passo.

Até o vento me olha de esguelha.

E eu já nem sei o que faço

Nesta viela imunda e velha

 

As pessoas já não se olham

E caminham em ruas paralelas.

Todas elas já me ignoram

E eu também não consigo vê-las.

 

Ah! Quem me rasga o casulo,

Quem me solta desta prisão?

Quando é que consigo num pulo,

Voar para outra dimensão?

 

Prendo ilusões na palma da mão,

Nascem-me flores por entre os dedos

Quero libertar a minha existência

De indiferenças, ansiedades e medos.

 

 

 

 

publicado por ferrus às 15:34
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