Terça-feira, 20 de Novembro de 2007

Condeno!

Hoje lembrei-me de quem já perdi

 

 

 

 

 

 

Eu condeno a morte à morte

Pela forma como mata a vida

Deixando um sabor a má sorte

Ou doando uma sorte perdida

 

É vil, ruim, sombra maldita

E com o negro da sua veste

Esmorece uma luz que aflita

Luta por nós e nos reveste.

 

Eu condeno-a à morte sem

Perdão que lhe concedam,

Pois as dores que nos vêm

São eternas, não nos deixam.

publicado por ferrus às 23:25
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