Domingo, 31 de Maio de 2009

Silêncios

 

Tenho gritantes silêncios

na palma da mão,

marés vivas no olhar

e gritos de revolução.

 

Sinto-me um laivo de ira

pairar nos lamentos do vento.

amarga fúria de vencer

que quase não aguento.

 

sou vulcão de carne

vermelha -como o sangue-

que escorre na voz da indignação:

peça de transição dum mangue.

 

 

 

publicado por ferrus às 18:00
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1 comentário:
De era uma vez uum girassol a 20 de Agosto de 2009 às 22:10
Olá amigo Ferrus!
Que é feito de ti????
Já tinha perdido o teu endereço do blogue, mas consegui dar com este.
Um grande abraço e beijinho da flor
( saudade dos teus poemas, moço!)

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