Terça-feira, 28 de Agosto de 2007

Mar de sensações

(Foto de João Falcato)

 

 

 

Saboreámos esse embalar

De sublimes toadas de amor;

Essa terna forma de escutar

Suaves e doces tons de calor.

 

Não morou o tempo entre nós

E nem o tempo se demorou.

Eternidades fomos nós, a sós,

Num tempo que em si voou.

 

E se os relógios continuaram

Num tique taque continuado,

Os nossos tempos pararam

Um tempo sempre apressado.

 

Sim, o mundo foi só nosso

E nele, ávidos, embarcámos

Como caravelas colosso,

Nesse mar onde navegámos.

 

 

 

 

publicado por ferrus às 12:36
link | favorito
Comentar:

Mais

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

.mais sobre mim


. ver perfil

. seguir perfil

. 2 seguidores

.pesquisar

.Julho 2011

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
28
29
30
31

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

.posts recentes

. Renascer

. Um ser sereno

. Eu...

. Cortem-me...

. Dia do Motociclista

. Tu aí!

. O casulo da Vida

. Um beijo, meu pai

. Vou...

. Amigo Zé Freire

.arquivos

. Julho 2011

. Janeiro 2011

. Novembro 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Maio 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Maio 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds